Cartas e Escritos

Sobre desespero e fé

Olá reclusos! Como estão essa semana? Espero que muito bem! E, se não, espero que este post mude algo.

Faz pouco tempo que tenho o blog, mas não é meu estilo postar textos reflexivos, isso é fato. Essa semana, porém, algo fez com que eu quisesse escrever pra vocês de forma diferente. Mais pessoal. Então vou contar uma história.

Era uma vez uma jovem; vamos chamá-la de Ann. Ann faz faculdade (suponhamos que seja Direito o curso dela) e a alguns dias foi a semana de prova dela. Ann queria se sair bem nas provas, então ela estudou (não muito, talvez) e foi, a cada dia, fazer o que se pedia. Em um desses dias, porém, Ann não olhou para o quadro de horário de prova do dia e, estudando para uma matéria, descobriu que a prova neste dia era de outra matéria.

As vezes algumas situações na vida podem fazer com que a gente perca a esperança de algo bom, mas quem disse que seria fácil? Quem disse que devemos fazer tudo perfeito o tempo todo? Em todas as cobranças que nos cercam o tempo todo, quem disse que devemos somos REALMENTE obrigados a tudo?

Claro que devemos nos esforçar para sermos a melhor versão de nós em tudo que fizermos, seja na escola ou no trabalho, em casa ou com os amigos, mas… E se fracassarmos? E se não conseguirmos? E se falharmos em algum processo da vida? Diante de um obstáculo deveríamos desistir por não sair como o planejado?

Talvez Ann tenha pensado em desistir daquela prova. Talvez você esteja pensando em desistir de alguma coisa para a qual você não se preparou. Talvez a desmotivação fez com que você desacelerasse o ritmo e quisesse parar. Só não permita que o medo lhe roube a esperança.

Acreditar que de algo ruim pode surgir algo bom é fé, e a fé é um combustível onde mesmo quando tudo parece perdido, você consegue enxergar o futuro como se a sua realidade fosse outra. Te convido então, hoje, a ter fé de, mesmo tudo estando contrário, enxergar a situação de forma diferente e crer que tudo pode melhorar, independente do que seja. Foi isso que Ann fez. Ela creu que, mesmo não tendo estudado para aquela prova, ela poderia conseguir algum resultado. Talvez não fosse o resultado que ela teria se tivesse estudado certo, mas alguma nota que desse pra passar.

Bom, a semana de provas passou, vindo depois a semana de entrega de resultados. Sabe quanto Ann tirou na prova para a qual ela não havia estudado, mas havia confiado que tudo daria certo? 9,0. E o professor ainda deu 1,0 ponto extra pra ela. Sabe quanto ela tirou nas provas em que se gabava que havia estudado e que, com certeza, se daria bem? 7,0/8,0.
Sabe o que você pode aprender com isso? Que nem sempre depende de você, as vezes depende da sua fé.

Espero que vocês tenham gostado do texto/post de hoje. Vejo vocês (com fé) amanhã! Beijos e até o próximo post!

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